Mídias sociais No Brasil: O Que Aguardar Delas Em 2018

28 Apr 2019 04:56
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<h1>Desembargadora Pede Desculpa A Marielle Em Carta Para Professora Com S&iacute;ndrome De Down O Dia</h1>

<p>Rio - Um m&ecirc;s depois de expor que a vereadora Marielle Franco (Psol) &quot;estava engajada com bandidos&quot;, a desembargadora Mar&iacute;lia Castro Neves publicou uma carta pedindo desculpas &agrave; vereadora, nesta quarta-feira. O texto &eacute; direcionado &agrave; professora D&eacute;bora Seabra. No m&ecirc;s passado, a magistrada questionou como professores com S&iacute;ndrome de Down poderiam ensinar em sala de aula.</p>

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<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vereadora, a magistrada pediu desculpas e admitiu que reproduziu os detalhes da Web sem analisar antes a veracidade. Marketing Pessoal Nas M&iacute;dias sociais: Quatro Passos Pra Designers De Interiores , a desembargadora bem como alegou o deputado federal Jean Wyllys (Psol). Numa publica&ccedil;&atilde;o em rede social, ela havia afirmado que o parlamentar merecia ir para um pared&atilde;o (de fuzilamento) &quot;mesmo que n&atilde;o valha a bala que o mata&quot;.</p>

<ul>

<li>Engenharia de instrumentos</li>

<li>Gerar autoridade</li>

<li>nove — Log&iacute;stica</li>

<li>Fa&ccedil;a a divulga&ccedil;&atilde;o nas redes sociais com assunto de propriedade</li>

<li>quarenta e oito Punching Namard</li>

</ul>

<p>A respeito da postagem, na data, Mar&iacute;lia falou que fez &quot;uma ironia com o apoio declarado do deputado ao regime cubano&quot; e que n&atilde;o defende &quot;o pared&atilde;o&quot;. Estou escrevendo para agradecer a carta que voc&ecirc; me determinou e lhe manifestar que tuas palavras me fizeram refletir muito. Muito mais do que as centenas de ataques que recebi nas &uacute;ltimas semanas.</p>

<p>Desculpe a demora na resposta mas eu Sa�de: Bem-estar, Sugest&otilde;es De Alimenta��o, Dieta E Exerc�cios . Tenho sofrido muito desde que fui atropelada pela divulga&ccedil;&atilde;o de coment&aacute;rios meus, postados em grupos privados - restritos a colegas da magistratura. Por&eacute;m uma pessoa resolveu torn&aacute;-los p&uacute;blicos. Alguns haviam sido postados h&aacute; em t&atilde;o alto grau tempo que eu nem ao menos me lembrava deles. A repercuss&atilde;o foi imensa.</p>

<p>Desde assim sendo decidi me recolher. Chorei, fui abra&ccedil;ada e pensei muito. Minhas posi&ccedil;&otilde;es pessoais jamais interferiram nas minhas decis&otilde;es, conhecidas por serem t&eacute;cnicas e, por isso mesmo, quase sempre acompanhadas unanimemente pelos meus colegas de turma julgadora. Hoje, no entanto, percebi que, mesmo quando meu corpo humano despe a toga, a mesma me acompanha aonde eu for. As considera&ccedil;&otilde;es pessoais de um magistrado, uma vez divulgadas, a todo o momento ter&atilde;o peso, pouco importando ao Tribunal das m&iacute;dias sociais que tenham elas sido citadas em car&aacute;ter p&uacute;blico ou privado e que posi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja senten&ccedil;a.</p>

<p> Milhares De Usu&aacute;rios Do Instagram Ca&iacute;ram No Golpe Do InstLike , no momento em que o executam, incumbe-lhes desculparem-se. Esta carta &eacute; justamente isto: um pedido de perd&atilde;o. Perd&atilde;o, D&eacute;bora, por ter julgado, h&aacute; 3 anos atr&aacute;s, ao ouvir de relance, no r&aacute;dio do ve&iacute;culo, uma not&iacute;cia pela Voz do Brasil, que uma professora portadora de S&iacute;ndrome de Down seria incapaz de aconselhar.</p>

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